Estratégia antes de tudo
Linha editorial, pauta e calendário definidos antes do primeiro post. Cada peça entra numa sequência que leva a algum lugar, e a gestão da rede segue um plano, não o humor da semana.
O StudioVIDI é um estúdio carioca que junta estratégia, design e inteligência artificial para transformar marcas em operações que vendem todo dia. Sem atalho, sem template, sem achismo.
01 · Posicionamento
O que a gente entrega quando entrega um projeto
Design bonito que não vende é enfeite caro. A gente trabalha o contrário: entende o negócio, encontra o que trava a venda e projeta a solução.
Não existe peça solta aqui. A identidade decide o site, o site decide o conteúdo e o conteúdo devolve dado para a identidade. Quando uma dessas pontas é feita por fora, a marca começa a falar em três vozes diferentes, e o cliente sente isso antes de saber explicar o porquê.
Cada projeto sai daqui com marca, site e conteúdo falando a mesma língua, e com o seu time sabendo tocar o que recebeu. Arquivo aberto, manual escrito e uma sessão gravada. O estúdio entrega autonomia, não dependência.
Linha editorial, pauta e calendário definidos antes do primeiro post. Cada peça entra numa sequência que leva a algum lugar, e a gestão da rede segue um plano, não o humor da semana.
Tipografia, grid, contraste e ritmo. O detalhe é o que separa uma marca profissional de uma marca que só parece profissional de longe.
Site rápido, texto claro e caminho óbvio até o contato. Bonito e funcional nunca brigaram. Quem briga é quem escolhe um dos dois.
Quem conversa com você é quem projeta, escreve e entrega. Sem telefone sem fio, sem repassar o seu projeto para um freela que você nunca vai conhecer.
02 · Serviços
Para marcas que precisam de identidade, site, conteúdo e tecnologia trabalhando no mesmo ritmo, e não espalhados por quatro fornecedores.
Marca não é logo. É o sistema inteiro: tipografia, cor, grid, tom de voz e as regras que fazem tudo isso continuar de pé quando você não estiver olhando.
Site institucional, one page ou landing de campanha. Código limpo, carregamento rápido e uma estrutura que o Google entende. Não um tema comprado com o nome trocado.
Linha editorial ligada ao objetivo do negócio, não ao que está bombando na semana. Conteúdo com intenção, calendário previsível e um feed que faz a marca ser reconhecida antes mesmo de alguém ler o nome.
O que sustenta marca no longo prazo é conteúdo que ensina alguma coisa. A gente escreve, grava, edita e distribui, do reel de trinta segundos ao artigo de fundo.
Tecnologia entra aqui para tirar atrito do atendimento e do comercial. Nada de ferramenta pela ferramenta: o que a gente instala precisa devolver tempo para o seu time.
Para quem já tem time interno e precisa de direção, não de mão de obra. A gente organiza o que existe, aponta o buraco e deixa o caminho escrito.
04 · Como construímos
Todo projeto do estúdio passa pelas mesmas quatro etapas. Você sabe onde está, o que vem depois e o que precisa aprovar para a coisa andar.
Reunião de alinhamento, análise e leitura do que já existe. Sai um diagnóstico curto com o problema real, o público prioritário e a métrica que vai dizer se o projeto deu certo.
Caminhos visuais possíveis, com justificativa. Você escolhe um e a gente aprofunda.
Sistema visual especificado em grid, escala tipográfica e tokens de cor. Construção em código proprietário, otimizada para carregamento, acessibilidade e indexação.
Arquivos abertos, manual e uma sessão gravada ensinando seu time a operar. Nada fica refém.
05 · Alcance
Do Rio surgiram grandes gênios da arquitetura, do cinema e dos negócios, e é a casa do VIDI. O Rio é onde o estúdio nasceu e onde tudo é pensado, desenhado e construído. O resto virou distância que a internet já resolveu: reunião, aprovação e entrega acontecem no horário do seu time, esteja ele onde estiver.
É de onde saem os projetos de marca, site e conteúdo. Pensados, desenhados e construídos aqui.
Do Rio a Lisboa, atendimentos no mundo todo no mesmo fuso do seu time.
06 · Diário do estúdio
Aqui não tem “7 dicas para bombar no Instagram”. Tem o que a gente descobriu apanhando: o erro que custou uma semana, a decisão que salvou um lançamento, a conta que ninguém faz antes de aprovar orçamento.
Empresa que investe só no símbolo descobre tarde que não tem regra nenhuma para o resto. O que muda quando existe um sistema por trás.
Ler →Imagem pesada, fonte demais, script de terceiro. O que realmente derruba a velocidade e como medir isso sem pagar por ferramenta.
Ler →O modelo que a gente abre com todo cliente novo: quatro colunas, trinta dias e nenhuma ferramenta paga envolvida.
Ler →Diário do estúdio · Identidade
O logo é a assinatura. A marca é o conjunto de regras que faz tudo parecer da mesma empresa, inclusive as peças que ninguém desenhou ainda.
Peça a três pessoas diferentes que façam três peças: o cartão, o story e o cardápio. Se existe só o logo, voltam três coisas que não conversam. Verdes diferentes, fontes diferentes, respiros diferentes. O logo estava certo nas três, e mesmo assim o conjunto parece de três empresas.
É nesse ponto que a conversa muda. O problema não estava no símbolo. Estava na ausência de qualquer regra sobre o que vem depois dele.
Não aparece no dia da entrega. Aparece no sexto mês, quando cada peça nova vira uma decisão do zero. Decisão do zero custa tempo de alguém e quase sempre termina no mesmo lugar: a fonte que já estava aberta no computador.
Os três casos que a gente mais vê:
Nenhum desses é erro de execução. É falta de documento.
Um sistema de marca não é um PDF bonito com o logo em vários tamanhos. É um conjunto de decisões já tomadas, para que ninguém precise tomá-las de novo no susto:
Muita gente trata o ® como parte do desenho e manda aplicar junto do logo. Ele não é enfeite: só pode ser usado depois que o INPI concede o registro. Enquanto o pedido tramita, e são anos, o ™ ocupa o mesmo espaço visual sem afirmar o que ainda não aconteceu.
Identidade aqui sai com o sistema junto: as regras acima escritas, aplicadas em peças reais e entregues num arquivo que abre em qualquer máquina. O logo é a primeira página, não o pacote inteiro.
Diário do estúdio · Sites
Velocidade virou critério de busca e, antes disso, de paciência. Quem abre o site no 4G decide em poucos segundos se fica.
São as Core Web Vitals, e a documentação do próprio Google, no web.dev, publica os limites. Bom é:
A medição não é do seu computador: é do percentil 75 das visitas reais. Ou seja, a página só passa quando três em cada quatro pessoas tiveram a experiência boa.
Imagem. É quase sempre o primeiro lugar. Foto de 4000 pixels de largura exibida num espaço de 600. O navegador baixa os 4000 inteiros. Quatro fotos assim na primeira tela já custam mais que o site todo.
Fonte. Cada peso é um arquivo. Seis pesos são seis downloads antes de o texto aparecer, e, dependendo de como a fonte foi chamada, o texto fica invisível enquanto isso. Duas famílias com dois ou três pesos resolvem qualquer projeto.
Script de terceiro. Pixel, chat, mapa, avaliação, banner de cookie. Cada um é um domínio novo para o navegador resolver, e nenhum deles está sob seu controle. Quando o servidor do chat tem um dia ruim, quem fica lento é o seu site.
Espaço não reservado. A imagem sem altura declarada empurra o texto para baixo quando chega. É assim que a pessoa clica no botão errado, e é isso que o CLS mede.
O PageSpeed Insights, do Google, é gratuito e devolve as duas leituras: a de laboratório, feita na hora, e a de campo, com dados de visitas reais dos últimos 28 dias, quando a página tem movimento suficiente. A de campo é a que conta para busca.
Complemento útil: abrir o site no celular, no 4G, longe do wi-fi de casa. Boa parte dos problemas de velocidade só aparece nessa condição, que é justamente a condição do cliente.
Site daqui sai com foto no tamanho de exibição, fonte embutida no arquivo e nenhuma requisição a terceiro. Não por purismo: é o que mantém os três números dentro do limite no celular de quem está na rua.
Diário do estúdio · Social Media
A pergunta que trava todo mundo é "o que eu posto hoje". Ela só aparece porque a decisão está sendo tomada no dia. Numa folha, ela já está tomada.
Todo conteúdo que presta cai numa destas quatro, e a folha é só isso: quatro colunas e uma linha por post.
O erro comum é preencher trinta quadradinhos de data. Isso quebra na primeira semana corrida. O que sustenta é definir a proporção do mês e respeitar a ordem.
Um ponto de partida que funciona em consultório, academia e escritório: metade dúvida, um quarto bastidor, e o resto dividido entre prova e convite. Se o mês apertar, corta de baixo para cima: convite sai primeiro, dúvida nunca sai.
Cada linha da folha não é um post, é um assunto. O mesmo assunto rende o carrossel que explica, o story que pergunta e o vídeo curto que mostra. Três entregas, uma pesquisa.
É aqui que o mês deixa de ser pesado. Dez assuntos bem escolhidos cobrem trinta dias sem ninguém escrever trinta vezes do zero.
Não é a criatividade. São três coisas, sempre as mesmas:
A folha é uma planilha comum, com quatro colunas e uma linha por assunto. O agendador nativo do próprio Instagram dá conta do resto. Ferramenta entra depois, quando o volume justifica, e não antes.
07 · @studiovidibr
Bastidor, processo e projeto novo antes de virar case aqui no site.
08 · Bora conversar
Todo projeto começa com uma conversa. A gente ouve, entende e só depois fala de proposta. Sem briefing de formulário de vinte campos.
Cônego
Rio de Janeiro · RJ